Críticas

Walt Disney World Quest: Magical Racing Tour

09.Out.2000 15:14

Já rebentou entre nós a última produção dos estúdios Disney, que responde pelo longuíssimo nome de Walt Disney World Quest: Magical Racing Tour. Este jogo de corridas, criado em parceria com a Eidos, trás para a PlayStation os famosos personagens Tico e Teco, ao volante de pequenas viaturas.

Mas não pensem que apenas vão controlar o esquilos de serviço, pois a equipa de pilotos integra também os não menos conhecidos Bruno Biggs, Moe Whiplash, Oliver Chickly III, entre outros.

O objectivo é simples ? recuperar as peças perdidas da máquina de fogo de artifício da Disney World. Para isso temos de correr à volta do parque de diversões mais conhecido do mundo, lutando por um lugar no pódio. Mas a turma do Baron Karlott está disposta a tudo para que os céus da Disney World se mantenham bem escurinhos à noite, pois é contra eles que vamos ter de competir.

Claramente inspirado no clássico Super Mario Kart, este Magical Racing Tour, tenta trazer para a consola da Sony todo o sucesso dos bonecos Disney, em simples corridas lideradas pelo famoso prego a fundo.

As pistas deste jogo ? que geralmente representam as mais célebres atracções da Disney World -, estão apinhadas de power-ups, portas de velocidade e objectos variados, que, como é usual neste género de jogos, servem para desviar do percurso correcto os mais directos concorrentes à medalha de ouro. Escondidos nas entranhas deste parque temático virtual, podemos encontrar ? como quem diz desbloquear - pilotos secretos, bem como algumas pistas e eventos de bónus. Ou seja, um modo para aumentar a longevidade deste título. As opções de jogo são as habituais, ou seja, o interminável Adventure ? modo que tem como objectivo repor a ordem no fogo de artifício lá do sítio - e Time Trial ? para concluir as pistas no melhor tempo possível. Mas é no Vs. que as hostes se agitam, pois o dois-contra-dois torna esta aventura muito mais atractiva. O nível gráfico e sonoro pouco ou nada está relacionado com a generalidade dos títulos Disney, denotando um trabalho pouco esforçado, em comparação com jogos como Tarzan ou Toy Story 2. A jogabilidade é simplesmente arcade, onde apenas o botão de acelerar faz a delicia dos condutores.

Resumindo e concluindo, Walt Disney World Quest: Magical Tour não é um mau jogo. Longe disso. O problema é não trazer nada de novo aos jogos do género. É pena, pois se a criatividade tivesse sido maior, podíamos estar diante um excelente título.

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