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Jogo do Ano 2011

29.Dez.2011 15:15

E o vencedor é…

Não é fácil escolher os melhores jogos do ano. Agonizamos nas escolhas, ficamos indecisos, cada um gosta mais deste ou daquele. É verdade quando amigos se juntam para jogar, é verdade na redação do GameOver.

Que 2011 foi um ano recheado de grandes jogos já foi dito. Já referimos que escolher um vencedor entre tantas obras-primas é uma tarefa extremamente difícil. Mas faltou dizer que a escolha é necessariamente ingrata.

Há dois principais motivos para isso: o primeiro é que ficamos com a sensação que outros jogos seriam igualmente merecedores da distinção, tal foi a qualidade e variedade dos jogos nomeados; o segundo é que a escolha nunca irá ser consensual para os nossos leitores, pois vão achar (e com motivos válidos para isso) que o “seu” eleito era mais merecedor.

E como decidimos então o vencedor? É mais merecedor um jogo que inova ou um jogo que realiza na perfeição uma mecânica já existente? O tamanho importa (no pun intended) ou um jogo curto mas intenso é o ideal? Devemos premiar uma experiência mais voltada para os hardcore gamers ou um bom jogo deve ser acessível a todos?

Independentemente das opiniões pessoais, nenhuma das questões acima tem uma resposta clara. A inovação é bem-vinda, especialmente se for feita com bons resultados, mas uma perfeita execução técnica e artística são dignas de louvor, em particular num meio tão exigente do ponto de vista tecnológico e cientifico como os videojogos.

Um jogo extenso significa que recebemos mais “jogo” pelo nosso dinheiro, mas para quem não tem muito tempo livre uma campanha mais curta ou um modo multiplayer mais “imediato” são mais recompensadores. E se é fácil concordar que “jogos a sério” são aqueles que exigem destreza e empenho por parte dos jogadores, um jogo que apela a todo o tipo de pessoas não é algo simples de se conseguir e permite que os videojogos cheguem a um público cada vez mais vasto.

Todas estas questões estiveram presentes nas discussões da equipa do GameOver e pesaram na decisão final. Todos os jogos da lista de 12 nomeados apresentam argumentos suficientes para serem merecedores do prémio e isto significa que o grande vencedor são os jogadores.

Mas como um tem de ser o escolhido, depois de grande reflexão a discussão começou a tender para Portal 2, Skyrim, Uncharted 3, Batman: Arkham City e The Legend of Zelda: Skyward Sword. Todos têm argumentos a favor, nenhum deles é perfeito.

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