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Arcade: 20 jogos que abalaram o mundo (Parte 1)

24.Out.2011 17:35

Insert Coin!

 

 

Pac-Man
Ano: 1980
Criação: Toru Iwatani (Namco)
Ideal para: devoradores compulsivos de pastilhas e toda a gente que sempre quis descobrir qual o sabor de um fantasma apavorado.

Reza a lenda que a inspiração para a figura icónica de Pac-Man foi uma pizza com uma fatia a menos. O seu criador, Toru Iwatani oscila entre esta versão e uma menos gastronómica que refere o arredondamento do caráter japonês para "boca". Pondo de parte as versões díspares da origem, resta a realidade incontornável de Pac-Man como candidato muito provável ao trono de jogo mais popular de sempre, permanecendo tão imediatamente identificável e tão absolutamente jogável hoje como há trinta anos. Um labirinto cheio de pastilhas que terão de ser obrigatoriamente devoradas por uma carismática bola amarela, enquanto se tenta esquivar aos quatro fantasmas coloridos que a perseguem, querendo dar-lhe uma lição. Não se sabe porquê. Talvez as pastilhas lhes pertençam. Se for o caso, não merecerão ficar sem elas pelo desleixo de as deixarem espalhadas por ali? Não interessa. A única coisa que importa é continuar a contornar esquinas apertadas para escapar à justa e continuar a engolir, sem tempo para tomar uma decisão crucial: as pastilhas gigantes que invertem os papéis e permitem que Pac-Man devore os fantasmas deverão ser comidas logo no início do jogo ou guardadas para momentos de apuro? E ainda dizem que os jogos não fazem pensar.

Donkey Kong

Ano: 1981
Criação: Shigeru Myamoto (Nintendo)
Recomendado a: carpinteiros, gorilas e damas em apuros.

Um sujeito atarracado de bigode, vestindo um macacão vermelho com boné a condizer. Familiar? Nada disso. Trata-se de "Jumpman", o acrobático protagonista de Donkey Kong (o avô dos jogos de plataformas), que, mais tarde, passaria de carpinteiro a canalizador e viria a tornar-se a mascote de um dos gigantes da indústria. Mas isso é outra história. Em Donkey Kong, este pré-Mário vê-se obrigado a resgatar a sua namorada raptada por um gorila com mau feitio, subindo ao topo do ecrã e tentando escapar aos barris que o primata vai rebolando em sua direcção. Além dos saltos prodigiosos sobre os obstáculos, o bravo carpinteiro conta apenas com o uso temporário de um martelo e com a astúcia do jogador para saltar no momento certo e recuar no momento errado (não, não há um único cogumelo). Além de ser um dos primeiros jogos de plataformas, foi também o primeiro a narrar algo que se assemelhava a uma a história por intermédio de cutscenes.

Ghosts'n Goblins

Ano: 1985
Criação: Tokuro Fujiwara (Capcom)
Recomendado a: aspirantes a cavaleiro da távola redonda que apreciam andar ao fresco

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