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10 consolas das quais (quase) ninguém ouviu falar

16.Abr.2012 08:23

Relembramos dez consolas que se afundaram nas suas próprias escolhas de design e decisões estratégicas, ficando votadas ao esquecimento ou lembradas meramente como casos insólitos.

8. Philips CD-i

Numa tentativa de trazer para a sala de estar as possibilidades do seu CD-i, uma versão multimédia do CD, a Philips, em 1992, decidiu apostar numa plataforma que pretendia trazer para a sala de estar das famílias, algo que não fosse tão dispendioso como um computador, nem tão “limitado” como uma consola.

Com os seus primeiros lançamentos a cruzarem o software educativo com algumas versões interativas de conhecidos jogos de tabuleiro como o Quatro em Linha, foi através do seu acordo de licenciamento com a Nintendo que a Philips trouxe ao mundo alguns dos piores jogos de sempre.

A história conta-se em poucas linhas: após o desacordo da Nintendo com a Sony devido a questões relacionadas com o desenvolvimento por parte da Sony de um add on que permitisse o uso de CDs na sua SNES, a Nintendo aproximou-se da Philips com a intenção de desenvolver esse mesmo periférico. A aventura durou pouco e esse periférico acabou por não ver nascer a luz do dia. No entanto, e graças ao acordo entre as duas empresas, a Philips tinha a possibilidade trazer para o seu CD-i algumas das personagens históricas da Nintendo e não se coibiu de o fazer. Hotel Mario e Link: The Faces of Evil, estão entre os piores jogos alguma vez lançados.

9. Sega Nomad

Em 1995 era necessário estar-se muito atento ao mercado de importação de videojogos e consolas para não deixar passar aquela que foi mais uma entre as tantas desventuras da Sega no mercado das consolas. Após o sucesso da portátil Game Gear, o salto dos 8 para os 16 bits parecia óbvio. Apesar de possuir um formato específico de cartuchos, a Game Gear permitia o uso de um adaptador para os jogos da Master System, o que lhe aumentava substancialmente o catálogo de jogos disponíveis. A evolução lógica seria então uma consola portátil, agora de 16 bits, que capitalizasse o enorme catálogo da Mega Drive/Genesis. É então lançada exclusivamente no mercado Norte-americano a Sega Nomad, uma versão portátil da Genesis. Fadada à partida por um péssimo timing, que cruzava o fim da vida da Genesis com a entrada no mercado de consolas mais interessantes como a PlayStation ou a própria Sega Saturn, e também por uma autonomia completamente sofrível, a possibilidade de ser usada como consola doméstica e um vasto catálogo de jogos de pouco lhe valeram, atirando-a para o baú das experiências fracassadas da Sega.

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