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Trauma Center: Under the Knife
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Sinopse:
A Atlus ofereceu à DS um muito original simulador de cirurgião.


Pontuação GameOver
80
Gráficos
78
Som
60
Jogabilidade
80
Longevidade
82
Pontuação dos Utilizadores
76
O seu voto:
A pontuação geral não é a média das restantes

Trauma Center


2006-06-08 13:27:59

A Atlus ofereceu à DS um simulador de cirurgião. É diferente, divertido e... pouco aconselhável a hipocondríacos.

A DS recebeu o primeiro simulador de cirurgião da história dos vídeojogos. E graças às suas características únicas, assenta que nem uma luva na consola, proporcionado uma experiência única. É o stylus em versão bisturi.

O cartucho coloca-nos na pele do Doutor Stiles, jovem cirurgião que no início leva a profissão de uma forma algo despreocupada, facto que faz cometer um erro gravíssimo, erro esse que o obriga a repensar a maneira como encara a profissão. Ou seja, terá de provar na sala de operações que tem as qualidades necessárias para se tornar num ícone do seu ofício. Pelo meio, há que lidar com uma estranha doença chamada GUILT... e mais não dizemos.

Tudo isto é contado de forma muito manga, com o argumento a decorrer no ecrã superior da consola. Mas não se deixem enganar pelo visual das personagens, pois o jogo propriamente dito é extremamente real.

Basicamente, Trauma Center é composto por uma sucessões de mini-jogos onde o objectivo é salvar os doentes que se encontram na sala de operações. Para isso, há que dar uso às características tácteis da consola, com o stylus a assumir total protagonismo.

É no ecrã inferior da DS que retiramos tumores, suturamos feridas, aplicamos gel antibiótico, desbloqueamos artérias, tiramos objectos estranhos que perfuram o coração, entre muitos outros mimos menos próprios para os mais impressionáveis ou para quem sofra de hipocondria.

Se no início tudo é fácil, a partir de um determinado ponto as intervenções ficam bem mais complicadas, com diversos problemas inesperados a terem de ser ultrapassados de forma rápida e eficiente. Ou seja, como se fossem várias operações numa só.

Para complicar, a jovem enfermeira que nos dá conselhos durante intervenções por vezes não está presente, sendo necessário aplicar todos os conhecimentos adquiridos anteriormente - entre os quais encontra-se um poder muito especial que se torna realidade no momento em que Stiles atinge um determinado estatuto.

Tudo isto tem o tempo como adversário, portanto, no caso do cronometro atingir o zero... Game Over. O mesmo acontece quando cometemos uma sucessão de erros, utilizando de forma errada os instrumentos que se encontram à disposição. Pelo meio, há que lidar com os sinais vitais dos pacientes, que vão ficando cada vez mais fracos com o decorrer da operação. No final, a nossa prestação é avaliada, sendo-nos dada uma determinada pontuação. Enfim, muita adrenalina garantida!

Como acontece em qualquer obra composta por mini-jogos, as intervenções podem ser novamente usufruídas, de forma a melhorarmos o score. Para isso, basta abandonar o modo principal de jogo e entrar na opção Challenge.

Mas Trauma Center não se encontra isento de problemas. Por exemplo, apesar das situações serem variadas, ao longo da aventura repetimos os mesmos procedimentos vezes e vezes sem conta, o que poderá maçar os mais exigentes.

A paciência é também posta à prova nos momentos em que a precisão é essencial e o ecrã táctil não corresponde à altura - situação recorrente nos momentos em que temos de suturar feridas ou quando é necessário desenhar um círculo no ecrã, de forma a fazermos zoom sobre determinados órgãos do paciente.

Muito chatinho é não podermos passar à frente das longas conversas entre Stiles, enfermeira e restantes personagens, entrando directamente na sala de operações. Este facto chega ao nervos nas alturas em que temos de repetir a intervenção cirúrgica, após o belo do Game Over.

Visualmente o destaque vai para as imagens que passam pelo ecrã inferior, ou seja, para o corpo dos pacientes. Golpes... sangue... órgãos a céu aberto... infecções... tudo em 3D e com algum realismo, dentro das possibilidades do hardware da DS. As cutscenes são estáticas, dando uso a um visual absolutamente anime. Razoável... nada mais.

No que respeita à sonoplastia, está tudo muito fraquinho. As músicas não ficam na memória e as curtas frases digitalizadas são repetidas até à exaustão. Os efeitos não conseguem acompanhar o realismo das operações.

Em termos de longevidade, a presença do Challenge Mode faz com que Trauma Center não vá parar à arrecadação após 10 horas de jogo. E é realmente divertido tentar melhorar as prestações.

Conclusão, Trauma Center é uma obra engraçada, única e apenas possível no hardware da DS. Portanto, se adoram experiências de jogo diferentes, o título da Atlus tem tudo e mais alguma coisa para ganhar um lugarzinho bem especial na vossa jogoteca.

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Comentários dos Utilizadores:
as2686508 (579)
2007-09-10 01:13:06
Re: Trauma Center

Esse palhaço que escreveu a review do jogo que vá para primária aprender a escrever e que jogue os jogos como deve ser. Jogo realista entre possibilidades da DS. PELO AMOR DE DEUS! Aquilo tem estilo manga.. de facto muita intençao em obter realismo por parte dos produtores.

Perguiçite aguda. Não há parte chatinha sequer. enfim.

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